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	<title>Comentários sobre Em debate Reforma Estatutária do PT</title>
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	<link>http://reformaestatutariapt.org.br</link>
	<description>Site para debate e notícias sobre a Reforma Estatutária do Partido dos Trabalhadores</description>
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		<title>Comentário sobre Fale com a Comissão por glebernaime</title>
		<link>http://reformaestatutariapt.org.br/?page_id=4#comment-230</link>
		<dc:creator>glebernaime</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 18:55:40 +0000</pubDate>
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		<description>Favor entrar na Comunidade PT, no site do partido. Se não conseguir envie e-mail para sorg@pt.org.br 
Att
Gleber Naime</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Favor entrar na Comunidade PT, no site do partido. Se não conseguir envie e-mail para <a href="mailto:sorg@pt.org.br">sorg@pt.org.br</a><br />
Att<br />
Gleber Naime</p>
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		<title>Comentário sobre Fale com a Comissão por Leonardo Cunha de Brito</title>
		<link>http://reformaestatutariapt.org.br/?page_id=4#comment-222</link>
		<dc:creator>Leonardo Cunha de Brito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 21:55:42 +0000</pubDate>
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		<description>Estatuto do PT: O desafio da militância no Século 21 

 

Entrando na segunda década do século 21, o debate acerca do Estatuto do PT e as novas dimensões de participação partidária não poderia jamais deixar de entrar em pauta em nosso Congresso Extraordinário. Nesse sentido, o PT, enquanto partido socialista, democrático, sustentável e de massas, deve refletir profundamente sobre um instrumento político que vem sendo muito importante para nossa consolidação nos últimos anos: a incorporação do espaço da internet enquanto mecanismo de participação na esfera pública no quadro organizativo de um partido como o PT. 

 

O PT nasceu com a marca da ousadia, da diversidade e da radicalidade democrática. Essa postura inovadora veio emprestar à nascente democracia brasileira a noção de que a vida política se faz com um profundo protagonismo social e a partir do papel que cada militante tem para construção de nossa hegemonia na sociedade. Assim, dentre as instâncias previstas no Estatuto do PT, temos o Congresso, os Encontros, as Direções, as Secretarias, Setoriais e os Núcleos de Base. Estes últimos, quando da fundação de nosso partido, representaram uma grande inovação, em face de seu caráter descentralizado e do compartilhamento de responsabilidades. Sem dúvidas, foram importantíssimos para sedimentarem todos os avanços que tivemos nos últimos 31 anos. Neles, o PT se organizou em bairros, em locais de trabalho, em ruas, por temas específicos, o que ajudou para o enraizamento e massificação do partido. 

 

Contudo, o sistema de organização por núcleos vem, ao longo do tempo, enfraquecendo-se e perdendo seu caráter de horizontalidade e até mesmo a sua capacidade de mobilizar e organizar a militância. A velocidade da vida moderna, a burocratização excessiva dos núcleos, a sua apropriação por estruturas de mandato,a sua subvalorização pelas direções e a transformação paulatina do PT em mais um partido de quadros que de massas, dentre outros fatores,  praticamente criaram uma obsolescência dos núcleos de base. Após a rica experiência do PT e a intensificação desses processos burocráticos, um amplo expectro da intelectualidade vem a questionar a dimensão de massas dos partidos políticos, destacando sempre os novos movimentos sociais (NMS), esses sim, como espaços de participação efetiva e atrativos, sobretudo aos mais jovens. Tudo isso, unido a uma verdadeira satanização da política e à tentativa de homogeneizar negativamente os partidos políticos, representam um desafio permanente para o PT. 

 

Recente pesquisa feita pelo Datafolha, em parceira com a agência de publicidade Box, mostra que os jovens brasileiros, descontentes com as instituições políticas tradicionais, consolidaram a internet como instrumento alternativo para mobilização social. Para 71% dos entrevistados, é possível fazer política usando a rede sem intermediários, como os partidos. Esse dado mostra de forma clara que se os partidos políticos não criarem instrumentos internos de participação efetiva e desburocratizada e não incorporarem as redes sociais como instâncias de atuação, teremos um verdadeiro rompimento geracional, muito prejudicial para o fortalecimento e sustentabilidade política dos partidos como instrumentos da luta política no país. O PT precisa atentar, logo, para essa realidade. 

 

Nesse sentido, encaminhei emenda à Comissão de Reforma Estatutária, incorporando os coletivos das redes sociais na internet como instâncias partidárias, tendo natureza e funcionamento semelhantes ao dos Núcleos de Base, resguardadas suas particularidades. Existem resistências grandes a essa abertura e um certo receio de que o debate interno seja escancarado na internet. Contudo, quem usa a internet sabe que tais coletivos são administrados, podem ser devidamente moderados e ficar invisíveis a não-membros. Ademais, os atuais Núcleos de Base, inclusive, podem contar com a participação de não filiados. As novas instâncias funcionariam, portanto, como importantes instrumentos de participação da militância. 

 

Em um momento em que o nosso governo trabalha para universalizar o acesso à Internet, com o Plano Nacional de Banda Larga; em que governos, como o do Rio Grande do Sul, criam experiências como o Gabinete Digital, o PT não pode fugir desse debate. Como organizar um partido que pretende ter mais de 5 milhões de filiados sem lançar mão de mecanismos flexíveis e menos caros de interação como a internet? 

 

Eis o grande desafio. Creio que, sobretudo a juventude do PT e os companheiros dos diversos movimentos não só ligados à luta pela democratização da internet, como os demais movimentos, devam encampar essa bandeira para colocar o PT definitivamente no século 21. 

 

Leonardo Cunha de Brito, presidente estadual do PT/AC e delegado do 4º Congresso do PT</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estatuto do PT: O desafio da militância no Século 21 </p>
<p>Entrando na segunda década do século 21, o debate acerca do Estatuto do PT e as novas dimensões de participação partidária não poderia jamais deixar de entrar em pauta em nosso Congresso Extraordinário. Nesse sentido, o PT, enquanto partido socialista, democrático, sustentável e de massas, deve refletir profundamente sobre um instrumento político que vem sendo muito importante para nossa consolidação nos últimos anos: a incorporação do espaço da internet enquanto mecanismo de participação na esfera pública no quadro organizativo de um partido como o PT. </p>
<p>O PT nasceu com a marca da ousadia, da diversidade e da radicalidade democrática. Essa postura inovadora veio emprestar à nascente democracia brasileira a noção de que a vida política se faz com um profundo protagonismo social e a partir do papel que cada militante tem para construção de nossa hegemonia na sociedade. Assim, dentre as instâncias previstas no Estatuto do PT, temos o Congresso, os Encontros, as Direções, as Secretarias, Setoriais e os Núcleos de Base. Estes últimos, quando da fundação de nosso partido, representaram uma grande inovação, em face de seu caráter descentralizado e do compartilhamento de responsabilidades. Sem dúvidas, foram importantíssimos para sedimentarem todos os avanços que tivemos nos últimos 31 anos. Neles, o PT se organizou em bairros, em locais de trabalho, em ruas, por temas específicos, o que ajudou para o enraizamento e massificação do partido. </p>
<p>Contudo, o sistema de organização por núcleos vem, ao longo do tempo, enfraquecendo-se e perdendo seu caráter de horizontalidade e até mesmo a sua capacidade de mobilizar e organizar a militância. A velocidade da vida moderna, a burocratização excessiva dos núcleos, a sua apropriação por estruturas de mandato,a sua subvalorização pelas direções e a transformação paulatina do PT em mais um partido de quadros que de massas, dentre outros fatores,  praticamente criaram uma obsolescência dos núcleos de base. Após a rica experiência do PT e a intensificação desses processos burocráticos, um amplo expectro da intelectualidade vem a questionar a dimensão de massas dos partidos políticos, destacando sempre os novos movimentos sociais (NMS), esses sim, como espaços de participação efetiva e atrativos, sobretudo aos mais jovens. Tudo isso, unido a uma verdadeira satanização da política e à tentativa de homogeneizar negativamente os partidos políticos, representam um desafio permanente para o PT. </p>
<p>Recente pesquisa feita pelo Datafolha, em parceira com a agência de publicidade Box, mostra que os jovens brasileiros, descontentes com as instituições políticas tradicionais, consolidaram a internet como instrumento alternativo para mobilização social. Para 71% dos entrevistados, é possível fazer política usando a rede sem intermediários, como os partidos. Esse dado mostra de forma clara que se os partidos políticos não criarem instrumentos internos de participação efetiva e desburocratizada e não incorporarem as redes sociais como instâncias de atuação, teremos um verdadeiro rompimento geracional, muito prejudicial para o fortalecimento e sustentabilidade política dos partidos como instrumentos da luta política no país. O PT precisa atentar, logo, para essa realidade. </p>
<p>Nesse sentido, encaminhei emenda à Comissão de Reforma Estatutária, incorporando os coletivos das redes sociais na internet como instâncias partidárias, tendo natureza e funcionamento semelhantes ao dos Núcleos de Base, resguardadas suas particularidades. Existem resistências grandes a essa abertura e um certo receio de que o debate interno seja escancarado na internet. Contudo, quem usa a internet sabe que tais coletivos são administrados, podem ser devidamente moderados e ficar invisíveis a não-membros. Ademais, os atuais Núcleos de Base, inclusive, podem contar com a participação de não filiados. As novas instâncias funcionariam, portanto, como importantes instrumentos de participação da militância. </p>
<p>Em um momento em que o nosso governo trabalha para universalizar o acesso à Internet, com o Plano Nacional de Banda Larga; em que governos, como o do Rio Grande do Sul, criam experiências como o Gabinete Digital, o PT não pode fugir desse debate. Como organizar um partido que pretende ter mais de 5 milhões de filiados sem lançar mão de mecanismos flexíveis e menos caros de interação como a internet? </p>
<p>Eis o grande desafio. Creio que, sobretudo a juventude do PT e os companheiros dos diversos movimentos não só ligados à luta pela democratização da internet, como os demais movimentos, devam encampar essa bandeira para colocar o PT definitivamente no século 21. </p>
<p>Leonardo Cunha de Brito, presidente estadual do PT/AC e delegado do 4º Congresso do PT</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Delegados do 4º Congresso por glebernaime</title>
		<link>http://reformaestatutariapt.org.br/?p=364#comment-221</link>
		<dc:creator>glebernaime</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 20:29:07 +0000</pubDate>
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		<description>Márcia, está no blog, por estado. 
Att
Gleber Naime</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Márcia, está no blog, por estado.<br />
Att<br />
Gleber Naime</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Fale com a Comissão por glebernaime</title>
		<link>http://reformaestatutariapt.org.br/?page_id=4#comment-219</link>
		<dc:creator>glebernaime</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 18:40:05 +0000</pubDate>
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		<description>Companheiro, esta análise deve ser encaminhada ao site do PT. Aqui só o debate da reforma do estatuto partidário. Ats Gleber Naime</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Companheiro, esta análise deve ser encaminhada ao site do PT. Aqui só o debate da reforma do estatuto partidário. Ats Gleber Naime</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Preparar o Partido para o debate ideológico em curso na sociedade brasileira, por Alberto Cantalice por Pedro Lunguinho</title>
		<link>http://reformaestatutariapt.org.br/?p=175#comment-213</link>
		<dc:creator>Pedro Lunguinho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 13:40:09 +0000</pubDate>
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		<description>O texto e muito bom, dificil é por em prática.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto e muito bom, dificil é por em prática.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Coerente com a Reforma Política, aprofundar a participação dos filiados, por Paulo Bezerra por Monteiro</title>
		<link>http://reformaestatutariapt.org.br/?p=377#comment-211</link>
		<dc:creator>Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 01:36:02 +0000</pubDate>
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		<description>Reconhecer e assegurar no estatuto a importância e o valor das correntes/Tendências ou forças dentro do partido para  melhor qualidade democrática e respeito as idéias, bem como direito a participação na construção /formação de diretórios em todas as instâncias  em especial municipal ,fazer valer o PED,mediante a força  de cada corrente  na composição de diretório, ressaltando ainda,o respeito ao diretório de 
 participação  em cargos e outros de acordo com as forças de cada tendência, definindo critérios e não centrar poder unicamente ao direito de parlamentares, assim como partilham outros partidos de alianças de cargos e ou outros .
&quot;A militância se sente derrotada quando lutam pra ser governo e não fazem parte da pasta do governo &quot; , privilegiando muitas vezes a oposição por forças das alianças firmadas. Eis a importância de reconhecer a força do próprio partido, tendo em vista que é quem mais luta e come poeira. E um dos maiores pontos  a ser reformado e fazer cumprir é o princípio da ètica, (Conselho de Ètica), definido critérios  que possam inibir ações que desgastem o partido frente à atitudes de alguns filiados e acima de tudo garantir a fidelidade  partidária.

Quanto a reforma política devemos analisar bem o voto em lista na expectativa de melhor assegurar aos  filiados o processo democrático com a intervenção da sociedade como prevê a constituição de 88, no pensamento de  inibir  posturas indevidas de alguns diretórios em especial os municípais. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reconhecer e assegurar no estatuto a importância e o valor das correntes/Tendências ou forças dentro do partido para  melhor qualidade democrática e respeito as idéias, bem como direito a participação na construção /formação de diretórios em todas as instâncias  em especial municipal ,fazer valer o PED,mediante a força  de cada corrente  na composição de diretório, ressaltando ainda,o respeito ao diretório de<br />
 participação  em cargos e outros de acordo com as forças de cada tendência, definindo critérios e não centrar poder unicamente ao direito de parlamentares, assim como partilham outros partidos de alianças de cargos e ou outros .<br />
&#8220;A militância se sente derrotada quando lutam pra ser governo e não fazem parte da pasta do governo &#8221; , privilegiando muitas vezes a oposição por forças das alianças firmadas. Eis a importância de reconhecer a força do próprio partido, tendo em vista que é quem mais luta e come poeira. E um dos maiores pontos  a ser reformado e fazer cumprir é o princípio da ètica, (Conselho de Ètica), definido critérios  que possam inibir ações que desgastem o partido frente à atitudes de alguns filiados e acima de tudo garantir a fidelidade  partidária.</p>
<p>Quanto a reforma política devemos analisar bem o voto em lista na expectativa de melhor assegurar aos  filiados o processo democrático com a intervenção da sociedade como prevê a constituição de 88, no pensamento de  inibir  posturas indevidas de alguns diretórios em especial os municípais.</p>
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